Porque as assimetrias existem, a quadra festiva que terminou terá sido de excessos para alguns, e de carências para outros. Porém, retomando a rotina do dia-a-dia, um episódio ocorrido ontem ter-me-á remetido para um outro, quando nos tempos da minha juventude visitei os Estados Unidos pela primeira vez. Mal cheguei ao aeroporto de JFK, em Nova York, e apesar de levar um visto de turista, retiveram-me o passaporte, que supostamente me seria entregue na delegação de imigração do meu destino, após interrogatório mais prolongado!? Lembro-me como se fosse hoje do impacto negativo que o acontecimento me causou, e de como na altura me arrependi de alguma vez ali ter ido parar, durante o voo que me levou a Dallas. No entanto, uma vez no Texas alguém do meu círculo de amizades ter-me-á dito qualquer coisa que na altura me pareceu tão estranho que nunca mais esqueci, e que se resumia à seguinte frase: - «Na América não importa quem tu és, mas quem tu conheces»! Escusado será dizer que dias depois, sem ter sequer que me deslocar a lado nenhum, tinha o passaporte de novo nas mãos. Ontem à tarde, ao aplicar a regra no ímpeto de um momento, ainda que em circunstâncias da menor relevância, constatei que passados mais de 30 anos, a mesma continua a funcionar também deste lado do Atlântico, da mesma forma, e nos dias que correm. Obrigada Adelina!
Showing posts with label Está visto. Show all posts
Showing posts with label Está visto. Show all posts
Wednesday, January 7, 2009
Reconhecimento de evidências
Porque as assimetrias existem, a quadra festiva que terminou terá sido de excessos para alguns, e de carências para outros. Porém, retomando a rotina do dia-a-dia, um episódio ocorrido ontem ter-me-á remetido para um outro, quando nos tempos da minha juventude visitei os Estados Unidos pela primeira vez. Mal cheguei ao aeroporto de JFK, em Nova York, e apesar de levar um visto de turista, retiveram-me o passaporte, que supostamente me seria entregue na delegação de imigração do meu destino, após interrogatório mais prolongado!? Lembro-me como se fosse hoje do impacto negativo que o acontecimento me causou, e de como na altura me arrependi de alguma vez ali ter ido parar, durante o voo que me levou a Dallas. No entanto, uma vez no Texas alguém do meu círculo de amizades ter-me-á dito qualquer coisa que na altura me pareceu tão estranho que nunca mais esqueci, e que se resumia à seguinte frase: - «Na América não importa quem tu és, mas quem tu conheces»! Escusado será dizer que dias depois, sem ter sequer que me deslocar a lado nenhum, tinha o passaporte de novo nas mãos. Ontem à tarde, ao aplicar a regra no ímpeto de um momento, ainda que em circunstâncias da menor relevância, constatei que passados mais de 30 anos, a mesma continua a funcionar também deste lado do Atlântico, da mesma forma, e nos dias que correm. Obrigada Adelina!
Subscribe to:
Posts (Atom)