… com braços de flor,Vinde aqui, Graças
Filhas de Zeus…
Safo
O senhor Henri, entretanto, pousou os binóculos e tirou da sua mochila uma garrafa de absinto.
O príncipe chega finalmente à sala onde a bela princesa dormia profundamente. Durante longo tempo olha-a fixamente, tão cheia de serenidade, tão pacífica, encantadora e pura, sentindo a Primavera no seu coração, e o amor que sempre procurou sem nunca achar. Vencido pela emoção, aproxima-se dela, segura-lhe a mãozinha branca, e beija-a suavemente...
Mas é assim o poema: construído devagar,
Ninguém tem a certeza de que existiu, mas há 2.400 anos Platão mencionou-a pela 1ª vez, e ainda hoje continua a encantar a humanidade. Segundo a sua descrição uma civilização teria habitado um continente a oeste do Mediterrâneo, no meio do oceano para além do estreito de Gibraltar. De acordo com a lenda, nos primeiros tempos, os deuses terão feito entre si a partilha do mundo passando a Atlântida a pertencer a Poseidon que ali terá vivido na companhia da jovem Clito. Platão descreveu-a como anéis alternados de terra e mar, com um palácio ao centro, cercado por muros cobertos de ouro que brilhavam à luz do sol. A região terá sido dividida em partes, cabendo cada uma delas a cada um dos dez filhos do casal, obedecendo todos ao primogénito Atlas. Este tornou-se a personificação das montanhas ou pilares que sustentavam o céu, significando Atlântida (do grego Atlantis) a terra de Atlas, e Atlântico o seu oceano. Explorando os seus recursos desenvolveu-se de tal forma que o grau de riqueza alcançado por esta cultura avançada não encontra paralelo em mais lado nenhum. Porém, crê-se que os atlantes tenham sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses, que os afastam através de um poderoso exército. Ter-se-ão ainda entregue aos seus próprios vícios e perversões, o que terá suscitado a cólera de Zeus que terá causado a sua destruição há 12.000 anos, por meio de grandes maremotos e tremores de terra. No auge da sua era dourada Atlântida acaba engolida pelo oceano, desaparecendo para sempre nas profundezas dum mar povoado por sereias. Algumas pessoas acreditam até que os Açores poderão ser os cumes das montanhas do submerso continente da Atlântida. O que é certo é que a tradição oral foi sobrevivendo ao passar dos séculos. Até durante a Renascença, que procurou nos mitos realidades, foram várias as tentativas de explicação racional desta história. A Atlântida inspirou centenas de pintores, escritores e poetas, seduzidos pelo romantismo e vigor da narrativa, não sendo difícil que a terra submersa se transformasse em musa para artistas do mundo inteiro. Ainda nos dias de hoje desperta a imaginação dos homens, que debatem as mais diversas interpretações possíveis sobre o desaparecimento da misteriosa ilha.
Todos os homens estão destinados a morrer
Little Red Riding Hood was enjoying the warm summer day so much, that she didn't notice a dark shadow approaching out of the forest behind her...
Suddenly, the wolf appeared beside her.
"What are you doing out here, little girl?" the wolf asked in a voice as friendly as he could muster. "I'm on my way to see my Grandma who lives through the forest, near the brook" Little Red Riding Hood replied. Then she realized how late she was and quickly excused herself, rushing down the path to her Grandma's house. The wolf, in the meantime, took a shortcut...
A vida é uma viagem onde existências se cruzam. Algumas marcam-nos para sempre. Na passada semana perdi duma assentada dois amigos de longa data, e as nuvens coloridas que flutuavam no céu, imediatamente mudaram de tom. Embalada por lembranças, tenho vindo a recuperar memórias, até que um vento forte varra as nuvens cinzentas de vez, e um novo sopro me ajude a retomar o caminho. É tempo de seguir em frente, e pouco a pouco avançar. Sem dúvida que continuarei a percorrer paisagens, transpondo o fosso e recuperando o ânimo, sem nunca perder de vista a concretização de aspirações. Afinal, nem um nem outro gostariam que fosse de outra forma. 
Inspirado nas canções dos ABBA e num dos maiores êxitos da Broadway a versão cinematográfica Mamma Mia, que só ontem fui ver, fez-me reviver os clássicos dos finais dos anos 70 e início dos 80 como «Dancing Queen», «Chiquita», «SOS», ou «Super Trouper», entre outros que nunca me chegaram a sair da cabeça. Filmado numa paradisíaca ilha grega, além de romântico e divertido Mamma Mia tornou-se uma verdadeira fórmula de sucesso.